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DNIT bloqueia a BR-163 desde o MT até Miritituba (PA). Soja fica sem a saída Norte

A orientação aos caminhoneiros que ainda não estão na região é para que respeitem o bloqueio e iniciem o deslocamento de Mato Grosso ao Pará somente a partir da próxima terça-feira, 5 de março. 04/03/2019 - 09:43:21

Voltou a chover na divisa entre o norte do Mato Grosso e o Estado do Pará, e o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutra de Transportes) resolveu bloquear de vez a BR-163 no trecho do município de Moraes Almeida/PA onde mais de 3 mil caminhões se encontram parados no atoleiro formado nas rampas de morros daquela região.

O DNIT prevê a reabertura somente a partir de terça-feira.

O bloqueio  não ocorre  somente em um trecho específico, mas  o que dá mais problemas é  a Serra da Anita, a 47km  de Novo Progresso (PA). "Mas na estrada de chão, qualquer lugar com leve declive se torna um problema", informa o vice-prefeito de Novo Progresso, Gelson Dill.
 
No sábado, com o tempo firme, os caminhões vazios de retorno do porto de Miritituba (PA) conseguiram passar pelo atoleiro. Policiais de PRF vindos de motos desde Sinop (MT) e também de Belém (PA), conseguiram organizar o techo que estava tomado por filas triplas. A PFR também conseguiu acalmar os ânimos dos caminhoneiros, que estavam sem alimentos.
 
Porém, com a volta das chuvas, voltou também a preocupação com a segurança dos habitantes de Novo Progresso. Esse atoleiro onde estão 3 mil caminhoneiros no meio da selva é considerado uma das maiores paralisações de veiculos da história.
 
Desde o trecho asfaltado até o bloqueio são 60 quilometros de caminhões dispostos em filas contínuas, sem poderem manobrar para fazer o retorno.
 
Equipes do DNIT, do Exército e da Polícia Rodoviária também estão retendo caminhões carregados no posto de controle em Serra da Anita, na direção do porto de Mirituba. 

Comunicado do DNIT:  

Devido às intensas chuvas na região Norte e à realização de serviços de manutenção para garantir a trafegabilidade do trecho não pavimentado da rodovia BR-163/PA, o trânsito de carretas e caminhões na rodovia federal está sendo bloqueado nas cidades de Santa Helena/MT e  Guarantã do Norte/MT por equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a pedido do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).  

Equipes do DNIT, Exército Brasileiro e PRF também estão retendo os caminhões carregados no Posto de Controle de Trânsito (PCtran) da Serra da Anita, sentido norte, rumo aos portos de Miritituba/PA.

O objetivo é garantir o escoamento da produção de soja e evitar o acúmulo dos veículos em Moraes Almeida/PA, onde a subida das serras está com a pista escorregadia, dificultando a passagem de caminhões carregados. 

A retenção de veículos é necessária devido à dificuldade de tração dos caminhões carregados em trechos em aclives, sob chuva. Mesmo com orientação dos agentes locais, alguns motoristas têm formado filas duplas e triplas ao longo do trajeto. 

Após conclusão dos trabalhos emergenciais, o fluxo de caminhões será liberado gradativamente pelas equipes do DNIT, Exército e PRF, destravando o trânsito no local.

A orientação aos caminhoneiros que ainda não estão na região é para que respeitem o bloqueio e iniciem o deslocamento de Mato Grosso ao Pará somente a partir da próxima terça-feira, 5 de março, para evitar maior degradação da via.

Em função da necessidade de manutenção na via, fica estabelecido que os caminhões não poderão ultrapassar o checkpoint 1, no horário compreendido entre as 22h e 06h. Esse bloqueio ocorrerá no sentido norte do PCTran 1, em Santa Julia, próximo a Novo Progresso/PA. A medida leva em conta questões de segurança e conservação da rodovia.

Pesagem -

Outra medida para garantir o fluxo de veículos na BR-163/PA no período de escoamento da safra de grãos será a fiscalização através de um posto de pesagem instalado em Guarantã do Norte/MT, que será iniciada no mês de março. O objetivo desta ação é evitar a subida para os portos de caminhões com excesso de carga, que acabam degradando a rodovia. As carretas com peso acima do recomendado não poderão continuar a viagem a partir do posto de pesagem entre a divisa do Mato Grosso e Pará.

(ASCOM DNT/MT).

Estrada já está fechada em Guarantã do Norte e Sta. Helena

A fronteira de Mato Grosso com o Pará, nos trechos que dão acesso à BR 163, paralisada há cinco dias pelas chuvas e congestionamentos, amanheceu fechada para o tráfego de carretas neste domingo (3). O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Denit) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já efetuam os bloqueios em Santa Helena e Guarantã, e os agentes do mercado exportador e logístico estão sendo avisados.

“Era preciso fazer essa operação, para dar vazão aos poucos dos caminhões que estão parados e que estão sendo liberados em comboios de 100”, informou Edeon Vaz Pereira, presidente do Movimento Pró-Logística (MPL), que participou da reunião com as autoridades.

Segundo disse há pouco ao Notícias Agrícolas, as tradings também estão avisadas para travarem as cargas antes da divisa do MT. Até porque, como também falou Agamenon da  Silva Menezes, presidente do Sindicato Rural de Novo Progresso, a cidade paraense porta de entrada para o trecho mais crítico da BR 163, “o município está entupido de carretas e não há estrutura para dar atendimento”.

Seriam mais de 300 carretas com soja estacionadas ao largo da cidade.

A situação, de acordo com o presidente do MPL, deve estar normalizada até terça-feira, diante do ritmo das ações que o Denit e a PRF estão desenvolvendo, auxiliando os caminhoneiros a subirem os trechos de serra. As chuvas deram uma trégua.

“Um solzinho aqui já basta”, diz com otimismo Silva Menezes, lembrando o que o Notícias Agrícolas já havia noticiado: a argila daquela área não favorece atolamentos e sim deixa o solo liso, fazendo os veículos patinarem.

Assim, com esse tipo de solo, a secagem é mais rápida.

Brigas

O presidente do Sindicato Rural de Nova Progresso acentua ainda que a cidade está mobilizada para levar ajuda aos caminhoneiros. “Há relatos de brigas entre eles e até esfaqueamentos”, disse, justamente por aquilo que está sendo criticado por quem conhece a região.

Ao andarem em filas duplas, sem respeitarem a ordem de trafegarem em fila indiana, a situação se agravou, bloqueando os resgates e socorros e estendendo por  mais tempo a liberação da estrada.

Fonte: Notícias Agrícolas/DNIT

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